quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Megalitismo de Britelo 16/01/2011


No próximo dia 16 de Janeiro de 2011 será efectuado o percurso pedestre “Trilho do Megalitismo de Britelo” no Gerês.

De acordo com o portal do Instituto da Conservação da Natureza:

«O Trilho do Megalitismo de Britelo é um percurso pedestre de Pequena Rota, sinalizado, com particular destaque para a arte rupestre e para o megalitismo.

Toda a Serra Amarela foi ocupada desde tempos remotos, conhecendo-se hoje vestígios dessa ocupação. Da Idade do Ferro ficaram vestígios do castro da Ermida; da época romana encontramos os povoados de Bilhares, da Torre Grande e do Cabeço do Leijó e a estátua conhecida por Pedra dos Namorados.
Em Britelo são as necrópoles megalíticas (conjunto de monumentos funerários) que assumem um maior destaque e cujos diferentes núcleos poderá conhecer.

Localização: Freguesia de Britelo, concelho de Ponte da Barca
Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Britelo
Extensão : 11 km
Duração : Cerca de 3 horas
Dificuldade : Média »

O ponto de encontro para a viagem è o Mac Donalds dos Aliados, às 9:00 da manhã do dia da caminhada (é a referência mais prática para todos). Às 9:15 iniciamos a viagem de aproximadamente 1 hora.

Não se esqueçam de levar comida, agua, impermeável, e botas de montanha.
Caso estejam interessados em participar mandem um e-mail de confirmação para evasaoverde@gmail.com.

Para mais informação sobre o percurso clique aqui.

Rota do Xisto 09/01/2011


No dia 9 de Janeiro de 2011 foi efectuado o percurso pedestre "Rota do Xisto" na Serra da Freita. Por ser altamente recomendável, ficam aqui algumas fotos deste trilho, acessível a todos aqueles que gostam de caminhar.

De acordo com o site Trilhos com Alma:

«Arouca é, decididamente, um dos locais nacionais privilegiados para a prática da caminhada em meio natural. Com 16 rotas homologadas, apresenta-se como sendo a “capital do pedestrianismo”.

Desta vez, fomos conhecer o PR9 – Rota do Xisto – um percurso circular com 17 kms (...), com uma duração entre 5 a 6 horas. Pelo caminho não existe qualquer ponto de apoio - apenas o Centro Geológico, mas que, pelas informações que temos, encontra-se na maior parte das vezes encerrado – por esse motivo, devem-se levar alimentos e água.

O troço do percurso mais belo, mas que se tornou um pouco mais difícil, devido à chuva, foi aquele que acompanha, muito de perto, o rio Paiva, desde o moinho da ribeira até à praia do Vau. A beleza do Paiva, ali mesmo ao lado, a riqueza e variedade da vegetação envolvente, a cascata do ribeiro da Estreitinha em toda a sua pujança fizeram deste troço o verdadeiro ex-libris do percurso.

Durante o trajecto pudemos ainda desfrutar de uma magnífica vista sobre a queda de água das Aguieiras a despenhar-se no caudaloso rio Paiva. Pudemos também, mais à frente, espreitar algumas bocas de minas de exploração de volfrâmio, nomeadamente a mina do Pereiro, com uma galeria de cerca de 150 metros, mas só possível de ser percorrida com o auxílio de lanternas.

A visitar! Mesmo que chova!»

Para mais informações sobre o trilho consultar o site da Câmara Municipal de Arouca.

Caminhos do Pão, Caminhos da Fé 02/01/2011


No dia 2 de Janeiro de 2011 foi efectuado o percurso pedestre "Caminhos do Pão, Caminhos da Fé" no Soajo. Por ser altamente recomendável, ficam aqui algumas fotos deste trilho, acessível a todos aqueles que gostam de caminhar.

Para mais informações clique aqui.

Cabreia e minas do Braçal 26/12/2010


No dia 26 de Dezembro de 2010 foi efectuado o percurso pedestre "Cabreia e minas do Braçal" perto de Sever do Vouga. Por ser altamente recomendável, ficam aqui algumas fotos deste trilho, acessível a todos aqueles que gostam de caminhar.

De acordo com o site usaralho.net:

(...)

«Os percursos pedestres que acompanham cursos de água são de se fazer quando chove, logicamente. O PR2 Cabreia e Minas do Braçal é um percurso que só faz sentido se o rio Bom ou rio Mau, conforme a zona onde nos encontramos se encontrar cheio de força para dar mais encanto às cascatas que vamos encontrar.
É num desses pontos, a cascata da Cabreia que começa o percurso pedestre, em Silva Escura. Este percurso é divido em três mas só vamos falar do maior, PR2.3 com cerca de 10kms de extensão e aquele que passa pelas minas da Malhada e do Braçal.»

(...)

De acordo com o folheto informativo do percurso, disponível no site da câmara municipal de Sever do Vouga:

(...)

«O percurso inicia-se na Cascata da Cabreia e desenvolve-se pela zona envolvente, proporcionando a passagem dentro do perímetro do Complexo Mineiro da Malhada e Braçal.
Nestas minas era explorada a Galena ou Minério de Chumbo. O Braçal, a Malhada e o Coval da Mó constituíram um dos mais importantes centros mineiros do norte do pais.
A descoberta nestas minas de vestígios antigos leva à conclusão de que as mesmas já existiam, provavelmente do tempo dos Romanos. De 6 de Agosto de 1836 data a emissão do decreto concedendo campo da antiga mina do Braçal a José Bernardo Michelis. Em 1840 a concessão passou para o alemão Diéderich Mathias Fewerheerd que a explorou durante dez anos.
Em 1850 foi descoberta a mina da Malhada que dista da do Braçal cerca de 800 metros cujo poço principal o “Poço Mestre” tinha cerca de 400 metros de profundidade.
Iniciou-se uma nova fase em 1882 com a criação da Companhia Mineira e Metalúrgica do Braçal, formando-se em 1898 uma Companhia Belga que se propôs revitalizar as minas e modernizá-las.
Todo o complexo mineiro é banhado pelo rio Mau que passa neste local, formando esta linda cascata da Cabreia e que na zona mineira se encontra escondido, quase sempre canalizado em túneis.
Nos anos de 1862 e 1863 houve grandes manifestações populares contra as minas, porque se alegava que os fumos dos fornos prejudicavam as culturas.
Após alguns anos de paragem, a exploração mineira foi reactivada em 1942, terminando definitivamente em 1958.
De 1949 a 1955 chegaram a trabalhar neste complexo mineiro 742 operários, fazendo desta empresa uma das maiores do Distrito de Aveiro.
O encerramento das minas provocou um grave problema social que levou ao êxodo completo para a emigração em França e Alemanha.»

(...)

De acordo com o site usaralho.net:

(...)

«Ora vamos lá então ao caminho. A cascata da Cabreia em si é um lugar daqueles onde as pessoas vão de salto alto sem realmente se interessar pela natureza ou pelos percursos. É uma cascata com alguns moinhos, vestígios de rituais de bruxaria, um parque de merendas agradável. É portanto, um lugar agradável para se estar se ignorarmos os tais saltos altos.
Exactamente por ter escolhido esta altura do ano a cascata estava com uma força considerável projectando uma neblina contra as paredes do vale tornando-o verdejante. Também é um paraíso para os filtros de densidade neutra e velocidades baixas, fotograficamente falando.
O percurso deixa o parque e sobe a estrada em pedra até à estrada florestal que nos leva para o vale, seguindo o curso do rio. Sempre em frente e não tarda muito encontramos as minas da Malhada.
São apenas alguns de edifícios antigos que quase passam despercebidos, não fosse a arquitectura engraçada de um dos primeiros que encontramos à borda da estrada. Depois de explorado o edifício toca a andar.

(...)

O PR2.2 separa-se por esta altura e o PR2.3 segue o rio por entre um bosque agradável (...)
Nas ruínas das minas do Braçal é deixar a imaginação funcionar. As casas dos operários estão abertas. Não tem nada a não ser papéis no chão. Mais uma vez, o melhor é ficar no trilho pois o estado de conservação destas casas, infelizmente, pode não aguentar com o nosso peso. Muitas têm vários pisos e uma queda a atravessar estes pisos não deve ser agradável. Esta zona poderia ser transformada num excelente complexo turístico, assim houvesse vontade e dinheiro. Mesmo assim serve para o paintball e para fotógrafos com jeito, suponho!(...)»