sábado, 30 de abril de 2011

Rota dos Corvos 22/04/2011

A região da serra da Estrela é uma referência no turismo de ambiente nacional. As Aldeias Históricas, as tradições locais, a gastronomia regional, as paisagens naturais de elevada qualidade e a existência de uma fauna e flora abundantes e diversificadas, de que se destacam espécies raras como a lontra, a cegonha-negra, a lagartixa-de-montanha, o zimbro, o teixo e os narcisos, são exemplos de aspectos que proporcionam aos visitantes a oportunidade de um contacto próximo com a natureza e a cultura locais. [+informação]

A nossa Evasão à Serra de Estrela começou na Mata do Desterro em Seia.

Aqui, existem 3 percursos pedestres de reduzida dificuldade, que podem ser realizados nos dias em que as condições meteorológicas se encontram mais adversas (como foi o caso).
Como os percursos apresentam extensões relativamente reduzidas, criamos um 4º percurso “não oficial” que une o PR1 (Vale do Alva) e o PR3 (Cabeço dos Corvos), abrangendo toda a área.

Para obteres a “Rota dos Corvos” clica aqui.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Serra da Estrela: 4 dias, 4 trilhos


Nos próximos 4 dias serão efectuados 4 trilhos no Parque Natural da Serra da Estrela de acordo com o seguinte agendamento:

Dia 22 de Abril - Rota dos Corvos

Dia 23 de Abril - Maciço Superior - Lagoa Comprida

Dia 24 de Abril - Rota do Carvão

Dia 25 de Abril - Na senda dos Pastores

Quem desejar participar, deverá enviar um e-mail de confirmação para evasaoverde@gmail.com.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Cidade da Calcedónia | Fotos

O trilho surpreendeu, cansou e encantou. Apesar da temperatura primaveril, o sol acompanhou-nos toda a tarde, quase fazendo acreditar que estávamos algures no Verão.

Desta vez fornecemos as coordenadas de inicio do trilho no Evasão Verde, o que permitiu a alguns caminheiros deslocaram-se directamente para Covide, reduzindo-se assim a fila interminável de carros "em marcha" para o local da caminhada.

O trilho principiou por uma área arborizada, acompanhando um curso de água que conduziu-nos às montanhas rochosas que nos aguardavam. Depois de atravessarmos um ribeiro, iniciamos a longa subida até à Calcedónia.

As palavras do Miguel (Torga) no seu 6º diário ilustram bem esta subida, dispensando palavras supérfluas: “A subida à Calcedónia, uma das coroas de gloria cá da terra. A tarde estava como um veludo, e as fragas, amolecidas pela luz, pareciam broas de pão a arrefecer. Do alto, a paisagem à volta era dum aconchego de berço. Muros sucessivos de cristas — círculos concêntricos de esterilidade — envolviam e preservavam a solidão. Nas vezeiras, resignadas, as rezes esmoíam os tojos como quem ajeita um cilício ao corpo. E mais uma vez me inundou a emoção de ter nascido nesta pequena pátria pedregosa que é Portugal. Há nessa condenação como que uma graça dos deuses.

Por entre pedras e paisagem, com as flores sempre presentes e a imensidão do relevo no horizonte, atingimos a mítica fenda.

Apesar da caminhada ter corrido bem, o trilho apresenta algumas dificuldades que requerem dos participantes alguma robustez física para que as várias dificuldades da montanha sejam vencidas com sucesso.

Convém referir, que após a passagem pela fenda, percorremos um trilho paralelo ao maciço onde a fenda se encontra que nos conduziu com facilidade novamente à entrada da gruta. Aqui optamos por regressar ao ponto inicial do trilho pelo mesmo caminho anteriormente efectuado, uma vez que o trajecto que fechava o “círculo da caminhada” apresentava uma marcação duvidosa, conduzindo-nos para duas opções pouco promissoras para um grupo grande, com uma ampla faixa etária e diferentes níveis de preparação: (i) uma passagem através do alto das fragas para contornar a Calcedónia de regresso a Covide (supostamente o trilho oficial), ou (ii) uma descida através de um vale repleto de vegetação densa (supostamente o trilho não oficial, mas um caminho possível para efectuar o regresso à aldeia). Uma vez que por vezes “o óptimo é inimigo do bom”, a 3 km do fim optamos por regressar pelo caminho por onde viemos, percorrendo mais 5 km do que o previsto.

Uma nova Evasão à Calcedónia será agendada para breve.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cidade da Calcedónia 17/04/2011


No próximo dia 17 de Abril de 2011 será efectuado o trilho “Cidade da Calcedónia”, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O percurso apresenta uma extensão de aproximadamente 7 km, sendo constituído por troços declivosos que o tornam de elevada dificuldade.

Um dos principais pontos de interesse deste trilho é o mítico penedo da Calcedónia, muito conhecido pela fenda que o atravessa de um lado ao outro levando-nos ao seu topo.

Segundo o site do ICN “poucos sabem, que junto do penedo, se abrigava uma povoação da Idade do Ferro, mais tarde ocupada pelos romanos. Existem ainda alguns vestígios da muralha do castro e, por vezes, encontram-se fragmentos de cerâmica dessa época.”

O trilho será iniciado às 10:45 da manhã em Covide nas seguintes coordenadas: 41°44'3.29"N (latitude) e 8°12'39.55"W (longitude).

Convêm realçar que este percurso apresenta um grau de dificuldade elevado, sendo recomendado para pessoas com alguma preparação física e experiência.

Quem desejar partir do Porto poderá aparecer no ponto de encontro habitual: Mac Donalds dos Aliados, às 09:00 da manhã do dia da caminhada (é a referência mais prática para todos). Às 09:15 partiremos pontualmente, iniciando a viagem de aproximadamente 1 hora e 30 minutos.

Não se esqueçam de levar comida, água, impermeável, protector solar, chapéu e botas de montanha com boa aderência.

Caso estejam interessados em participar mandem um e-mail de confirmação para evasaoverde@gmail.com.